sábado, 27 de fevereiro de 2010

Johh Mayer chega ao oitavo disco



Foto: Reprodução


Um ano após o lançamento do álbum Where The Light Is, John
Mayer está de volta com seu oitavo trabalho, Battle Studies
(foto).


Todas as músicas foram produzidas pelo próprio John na companhia de
Steve Jordan, baterista do John Mayer Trio.


Pino Palladino, um dos  grandes baixistas da atualidade, também
continua responsável pelas linhas de baixo do CD.


A faixa Half Of My Life traz um dueto de John Meyer com a
cantora Talor Swift, uma das revelações da country music
americana. Destaque também para a balada All We ever Do Is Say
Goodbye
(vídeo abaixo).


Os melhores momentos de Battle Studies
podem ser conferidos como destaque na nossa programação.



TAI UM CARA QUE EU CURTO PRA CARALHO!!!!

TATTOO DO LONTRA ANATOMICA

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

AGORA ALÉM DE COLETE APROVA DE BALAS TAMBÉM TEM O SILICONE

Uma mulher foi salva pela prótese mamária de silicone em Beverly Hills, nos Estados Unidos. Baleada no peito, ela não morreu porque o implante parou a bala, impedindo que atingisse seu coração.
Lydia Carranza trabalhava em um consultório dentário quando Jaime Paredes - marido de outra funcionária, que havia pedido o divórcio - entrou disparando contra todos no local. Conforme o médico Ashkan Ghavami, Lydia é uma mulher de sorte, já que os fragmentos da bala que atingiu seu peito ficaram a milímetros dos órgãos vitais.
A esposa do atirador, no entanto, não foi tão afortunada, e morreu no ataque. Conforme o "", o homem aguarda julgamento.
A siliconada espera agora recuperar-se dos traumas físicos do episódio para fazer uma reconstituição do seu implante. Ela deve estar não só querendo voltar a ter peitões, mas também garantir o colete à prova de balas

.


PO CARA NÃO TEM O QUE FAZER ,DEIXA OS OUTROS TRABALHAR NÉ PORRA

Homem joga cerveja na cara de Jesus Luz


AgNews
 JESUS COMO É CONHECIDO LEVA UM COPO DE CERVEJA NA CARA
  DE UM ENGRAÇADINHO ENQUANTO DISCOTECAVA
  NA NOITE DE SÃO PAULO ,PÔ CARA O CARA NÃO TEM CULPA ELE
      SÓ NAMORA A MADONNA ,MAIS NADA!


GRANDE JECO TOMPSON,DA BANDA JOHN BALA JONES ATACA DE DJ

NOSSO AMIGO E GRANDE MUSICO AGORA ASSUME AS PICK UPS DO NOMURO TODA TERÇA FERIA VENHAM CONFERIR

Making Off Clipe Espírito do Mar - El Niño 2008

 Mais uma vez essa moçada esta de parabéns ,Teco Padaratz e sua trupe de grandes musicos agora embalam a gravação do clipe¨ Espirito do Mar ¨feito por Paulo Tragis e a turma da ArteLux , musica HITS de trabalho do seu primeiro Cd que foi lançado pelo projeto inovador da gravadora Mza e a empresa de telefonia Oi ,no clipe varias parcerias como Armandinho ,Fabinho Gouvea,com imagens e edição de Marcelo Meduza e grande musico do Rio de Janeiro Christiann Oyens,enfim uma super produção e um ambiente fantástico para as gravações parabéns aí ao teco e toda essa galera que eu admito sou fãzasso valeu!!!!!!!!! e sucesso !!!!!!!!!

noite maravilhosa

belerza esta chegando o outono ,as temperaturas ja estão ficando mais harmoniosas e eu estou ouvindo só
luis melodia e esta otimo assim na minha janela eu vejo a lua e avista ainda o morro
a praia dos ingleses reletindo o luar beijos a todos e boa noite

Fabio Dwyer & Banda Teatro do CEMJ

Pessoal,

É com enorme prazer que anuncio o lançamento do meu segundo CD solo, "Central Station", que acontecerá no dia 06 de março de 2010, às 21hs no Teatro do CEMJ (Menino Jesus) em Florianópolis, os dados estão no e-flyer em anexo.

Será a primeira apresentação ao vivo dessas novas músicas, uma mistura fina de Blues, Soul, Jazz & Rock e contará com a participação de vários convidados especiais, alguns dos melhores músicos em atividade em Santa Catarina.

Há ingressos disponíveis em todos os pontos de venda citados no Flyer, ou direto com a Produtora Oh3 (TEL: 7812-1126), e a partir do dia 02/03, direto comigo em Floripa.

Comprando o ingresso, ganhe o novo CD!!! (R$20, preço único - o valor já é de MEIA-ENTRADA para TODOS!) Quem for em casal, ainda tem a opção de pegar um novo e trocar o outro pelo "Downtown Sreets", meu primeiro cd, e assim completar minha enorme discografia! Essa é pra todos que gostam de boa música, indepentdente do gênero. Não dá pra perder! Conto com vocês por lá:-)

Um abraço a todos,
Fabio Dwyer & Banda
________________________
PS. a entrada do Teatro do CEMJ fica na Rua Bocaiúva, na Rua Esteves Junior é a entrada do colégio, mas é só dobrar a esquina!



GRANDE FABIO PRAZER GRANDE E SUCESSO PRA VOCÊ NESSA CORRERIA ENORME AÍ ,UM SUPER SHOWSAÇO ACRETAM VALE APENA ESTAREM PRESENTES VALEU






AMANHÃ NO KIOSQUE DO RIOZINHO  ULTIMO SUNSET PARTY DO VERÃO
TODA A GALERA LÁ PRA CURTIR FABRICIO PEÇANHA  E OUTRAS FERAS
Das 18h às 19 h, rodada de Skol free pra convidados.

Imagem

MARCO MAZOLA E GRAVADORA MZA

Com Rita Lee, ele “brigou” muito – no bom sentido, claro. Já Raul Seixas lhe permitia fazer muitas loucuras em sua música. A Gilberto Gil, convenceu gravar “Realce”, que seria inicialmente cedida a Zezé Motta. Da mesma maneira procedeu com Ney Matogrosso, com “Homem Com H”. Também apostou em Belchior quando o compositor ainda era desconhecido fora dos limites geográficos do Ceará. Acreditou no potencial de “Escrito nas Estrelas” com Tetê Espíndola, que ganhou o Festival Shell da Globo.
Essas são algumas das balizas na carreira de Marco Mazzola, um dos mais conceituados produtores da música brasileira que, no ano passado, completou 30 anos de trajetória. A comemoração veio agora, com o lançamento do disco duplo “MPBZ – 30 Anos de Música”, no qual ele reuniu alguns dos grandes trunfos de sua carreira.
Caso, por exemplo, de “Gita”, de Raul Seixas. “Foi uma música que mexeu muito com a criatividade. Usamos, na gravação, elementos como sinos, tímpanos, vocal de 30 vozes, grande orquestra sinfônica… Enfim, uma superprodução, elementos esses nunca executados numa gravação de música brasileira”.
Ou, ainda, de “Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim”, gravada por Ivete Sangalo, que se tornou a música mais executada em toda a história da música brasileira até hoje. Já Belchior, lhe foi apresentado por Elis Regina – a cantora e Mazzola escolheram “Como Nossos Pais” para o disco “Falso Brilhante”.
O disco traz, ainda, as faixas: “Menino Bonito” (com Rita Lee), “Realce” (Gil), “Taj Mahal” (Jorge Benjor), “Apenas Um Rapaz Latino Americano” (Belchior), “No Compasso do Criador” (com Emílio Santiago), “Maria Fumaça” (Banda Black Rio), “Tanto Amar” (com Ney Matogrosso), “Caçador de Mim” (de e com Milton Nascimento), “Deu Pra Ti” (Kleiton e Kledir), “Vitrines” (Chico Buarque), “Escrito nas Estrelas” (Tetê Espíndola), “Totalmente Demais” (Caetano Veloso), “De Volta Para o Aconchego” (Elba Ramalho), “London, London” (Paulo Ricardo), “Aquarela” (Toquinho), “Só Louco” (gravação ao vivo com Nana Caymmi e Wagner Tiso), “Lanterna dos Afogados” (Gal Costa), “Bandeira” (Zeca Baleiro), “Naquela Estação” (Adriana Calcanhotto), “Mama África” (Chico César), “Papel Marchê” (João Bosco), “Feitiço da Vila” (Martinho da Vila), “Morena Tropicana” (Alceu Valença), “Partido Alto” (MPB-4), “Nosso Estranho Amor” (Marina Lima), “Yolanda” (de Pablo Milanês, com Simone), “Dancin Days” (Frenéticas) e “Asa Branca” (com Elis Regina e Hermeto Paschoal, em registro do Festival de Jazz de Montreux).
Como bônus, entra “The Obvious Child”, com Paul Simon. Em entrevista ao HOJE EM DIA, Mazzola falou sobre sua carreira – incluindo os fracassos -, os dez anos da MZA (sua gravadora) e o mercado, entre outros tópicos. Confira, a seguir, outros trechos da entrevista.
Na verdade, o marco de 30 anos de carreira foi ano passado. Por que o projeto do disco demorou a ser concretizado?
Quando se faz um disco deste tipo, de compilação, é preciso pedir autorização à editora, à gravadora e ao artista, é um trâmite danado. No caso do Paul Simon, tive que falar com o próprio, pois a autorização já me tinha sido negada três vezes. Então, pedi a um amigo que fosse ao escritório dele, em Nova Iorque, para pegar seu e-mail. Só então consegui entrar em contato direto com ele. Já com o Manhattan Transfer, não obtive sucesso. O mesmo aconteceu com a música “Oceano”, do Djavan, pois ele tem uma briga com a Sony por problemas de compilação e ela (a gravadora) disse não. Neste caso, não consegui localizá-lo em tempo, pois ele estava no exterior. Quando voltou, eu já estava com a parte gráfica do disco pronta. Não pude colocar muitas outras músicas que queria, para o disco não ficar grande – caso, por exemplo, de “Vou de Táxi”, com a Angélica, que foi uma grande sacada. Mas optei por colocar o que marcou, o que chamou mais a atenção.
Como surgiu a idéia deste disco, neste formato?
Venho lutando há muitos anos pelo reconhecimento dessa profissão de produtor no Brasil. Por outro lado, o que acontece é que qualquer um é produtor neste país. Lá fora, as coisas são bem diferentes. Produzi o disco de um artista cubano radicado no México, chamado Amaury Gutierrez. Quando ele foi anunciado como ganhador de um Grammy, o apresentador fez questão de chamar ao palco um “novo talento produzido por Marco Mazzola”. Aí vi como a importância do produtor é grande lá fora. Eles dão um valor que aqui no Brasil não existe. Aliás, o grande público não sabe o que faz um produtor. Então, me convenci de que a única forma de chamar a atenção, neste país, seria reunir um bom material num disco para que as pessoas começassem a ter essa percepção. A intenção foi essa. Agora, estou rabiscando um livro com coisas engraçadas que aconteceram nestes 30 anos, até para que eu mesmo não esqueça. Deve ser lançado no ano que vem, quando a MZA vai fazer dez anos. Vamos fazer alguma coisa linkada com isso.
Além deste motivo nobre, o CD, claro, tem vida própria…
Inclusive me aconteceu uma coisa engraçada. Na semana passada, fui à FNAC do Barra Shopping comprar um disco, o vendedor me reconheceu e disse que meu disco estava vendendo muito, inclusive para gringos. A tiragem da loja tinha acabado e eles já tinham pedido mais. Várias rádios também estão pedindo exemplares para renovar suas discotecas, pois remasterizamos todo o material.
Verdade que seu nome foi cotado para o Guinness?
Esta história foi curiosa. A gente tentou entrar para o livro dos recordes como o produtor que mais vendeu discos no mundo. Eles pediram uma auditoria, mas desistimos quando constatamos que o Quincy Jones tinha vendido 60 milhões de cópias com apenas dois discos – entre eles, “Thriller”, do Michael Jackson. Mas não fiquei chateado.
Com quem você lamenta ainda não ter trabalhado?
Eu gosto muito de fazer a coisa jovem, mas tem dois artistas, e talvez tenha sido falta de oportunidade, com os quais nunca trabalhei, a Maria Bethânia e o Roberto Carlos. Chegamos até a ter diálogos. Porque participei de todos os movimentos, trabalhei praticamente com todos os tops. Numa tarde fiz (a música) “Dancin Days”, que foi um sucesso. Engraçado é que uma repórter veio me entrevistar e disse: “Vejo seu nome há muitos anos, achava que fosse velho, barrigudo…” (risos).
Você registrou alguns sucessos de sua carreira. Mas e fracassos, houve algum?
Acho que não dá para vencer todas as batalhas, mas tenho uma história engraçada. Quando comecei a MZA, contratei o Chico César, fizemos o “Mama África”. Em seguida, contratei o Zeca Baleiro e, na sequência, a Rita Ribeiro. Foi um movimento de artistas novos, estava tudo, graças a Deus, dando certo. Aí tive a idéia de fazer um projeto com os três juntos, mas não foi possível. O ego dos novos é diferenciado. Os tropicalistas se davam a mão, a jovem guarda, a bossa nova, idem. Mas algumas pessoas têm pensamentos diferentes. Lamento, acho que poderia ter sido algo como o fenômeno Tribalistas. Outro caso foi com o Mano Borges, artista que contratei e pensei que fosse detonar. Mas a ansiedade do artista novo é grande, por vezes estraga tudo.
Você chegou a ter rusgas mais sérias com algum artistas?
Claro que sim, mas não gosto de guardar rancor.
Com o que e com quem você tem trabalhado, hoje?
A MZA tem quatro artistas contratados: o Zeca Baleiro, o Martinho da Vila, o Bebeto – vou fazer um projeto com ele, com participação da Zélia Duncan, do Seu Jorge – e a Rita Ribeiro. Agora, pela experiência que tenho, faço consultoria para artistas novos, direciono… E dou muita palestra, agora mesmo fiz em uma Itabira, no Centro de Cultura, estava lotado. A única forma de fazer coisas novas é trazer o jovem para perto de você. No Maranhão, por exemplo, vi aquela quantidade de artistas… Mas ocorre que não há espaço. Você vê um programa como o “Fama”, que só mostra covers. Não dá pra entender, com tanta gente maravilhosa! Os jornalistas deviam se mobilizar, não é possível. Não sei se eu estou louco.
Tem algum novo talento na manga?
Estou conversando com o Marco André, um cara do Pará. Como fiz com a Marina (Lima), a primeira coisas é entrar na intimidade dele, saber até onde pode chegar, o que posso contribuir nesta história. Digamos que estou namorando ele. Também estou muito focado em recuperar o material do Rock in Rio, junto com a ArtPlan, do Roberto Medina, pois é uma história que está apagada.
Você recebe muito material de novos artistas?
Muito, mas é difícil escutar tudo. Foi quando resolvi fazer o trabalho de consultoria… (Pausa) Tem um artista da terra de vocês, o Vander Lee, que dei toda uma idéia pra ele, de fazer um disco ao vivo… Mostrei música dele pra Gal Costa, que gravou… Mas não fiz contrato. Daí, ele pegou toda a idéia e foi para outra gravadora (a Indie Records). Aquilo me deixou… Não precisava…
Como é tocar uma gravadora pequena?
O que acontece, hoje, é que as gravadoras estão inchadas. A Sony, por exemplo, herdou o cast da BMG. E aí, já tá difícil fazer uma companhia sozinho, fica essa confusão, os caras ficam desempregados… Tem toda a coisa da pirataria também, que o governo não faz nada para acabar. Mas a gente faz esquemas alternativos. Com o Zeca (Baleiro), por exemplo, fizemos viagens promocionais pelo Brasil inteiro, ele vai aos estados, dar atenção, depois faz um pocket-show… E isso capitaliza mais que uma rádio. Mas as dificuldades existem. Nós, pequenos, não temos como manter essa venda. Nossa venda é pequena, mas, dentro da medida, eu me cerco de pessoas competentes. Jabá não existe comigo. O mercado está ruim, mas, para uma gravadora que começou do nada, e agora já chega a 25 mil discos vendidos por mês, estamos num bom caminho…
Você pensou em fazer algum show comemorativo à baliza dos 30 anos?
Estou pensando em fazer ano alguma para o ano que vem, com vistas aos dez anos da MZA. Gostaria de fazer um encontro da MPB, e quero misturar a nova geração com o pessoal da antiga.


Rafael Rubim e Liga Produção Cultural Ltda promove / Florianópolis abre turnê nacional Instrumental RS

Florianópolis abre turnê nacional Instrumental RS
Pata de Elefante, Quartchêto e Camerata Brasileira dividem o palco


24.02.10

Florianópolis abre a turnê nacional Instrumental RS no dia 03 de março(quarta-feira) com show triplo com destacadas bandas da música produzida no Rio Grande do Sul, marcada pela diversidade e qualidade.

Com patrocínio da Petrobras Cultural e da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, o evento acontece no Centro de Eventos da UFSC(Universidade Federal de SC), no auditório Garapuvu, no bairro Trindade, em Florianópolis, 20 h, sendo que no mesmo dia, às 16 h, acontece workshop. O show e o workshop tem entrada franca.

As bandas Pata de Elefante, Quartchêto e Camerata Brasileira são as atrações do projeto que visa mostrar, através da música,  características do estado vizinho. “Um uma viagem de sons, história, cultura, colonização e urbanidade, em sonoridades complexas e que traduzem a ausência de fronteiras culturais que forma o nosso caldo cultural”, diz Rafael Rubim, da equipe de produção do evento.

Ao longo da turnê está prevista a gravação de um CD em SMD, com tiragem de três mil cópias. As músicas serão disponibilizadas na internet para uso não comercial. Além de Florianópolis, os demais shows, todos em março, acontecem em Curitiba (05), Tatuí (07) Rio de Janeiro (09), Belo Horizonte (11) e Porto Alegre (17).

O Pata de Elefante se diferencia por fazer rock instrumental com ênfase nas melodias. São “canções instrumentais” que atingem em cheio ao público acostumado a ouvir música com vocal. Gabriel Guedes e Daniel Mossmann se revezam entre guitarra e baixo, imprimindo a dupla sonoridade característica do grupo, sustentada pela bateria de Gustavo Telles. Formada em 2002, a Pata de Elefante tem dois álbuns lançados, circula nos principais festivais independentes nacionais, já realizou turnês em todas as regiões do Brasil e é  considerada pela crítica especializada uma das melhores bandas de rock  do país. No show, o grupo mostra seu rock sem vocais, dançante e explosivo.  No fim de 2009 conquistou o VMB (MTV) na categoria Melhor Banda Instrumental e lançou o clipe de “Um olho no fósforo, outro na fagulha”. Está presente na caixa com 16 Cds recém lançada pelo Rumos Música, do Itaú Cultural, incluindo artistas e grupos do Uruguai, Argentina, Paraguai, Chile e Brasil. No Carnaval,  dia 14 de fevereiro, a banda se apresenta em Capina Grande, na Paraíba, durante o Encontro da Nova Consciência. O lançamento do terceiro disco esta previsto para abril e sairá  pelo projeto Álbum Virtual, da Trama e também  em formato físico.

Quartchêto é uma unanimidade e está conquistando o Brasil de Norte a Sul com seu som refinado e harmonioso, que mistura os diversos ritmos da música gaúcha ao jazz, num resultado contemporâneo e universal.  A formação inédita que inclui trombone, acordeão, violão e percussão, viaja com refinamento e bom humor por xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas, rancheiras e bugios. O grupo aparece como destaque no documentário “O Milagre de Santa Luzia” e também está presente na caixa com 16 Cds que acaba de ser lançada pelo Rumos Música, do Itaú Cultural, incluindo artistas e grupos do Uruguai, Argentina, Paraguai, Chile e Brasil. Inovador, criativo, diversificado. Assim é o trabalho que o grupo vem produzindo ao longo dos anos. Segundo Hilton Vaccari, violonista e compositor, as músicas surgem de experimentações, ou seja, o grupo se reúne e vai tocando, criando, deixando a música fluir, se misturar. O som ímpar vem da união do acordeão e do trombone e da mistura de instrumentos com tantas nacionalidades: a percussão da África, o trombone da Alemanha, a gaita da Itália e o violão da Espanha.  Muitas apresentações e turnês marcam a carreira do grupo, que percorreu o país através do projeto Natura Musical e que acaba de lançar seu novo CD “Bah”.

Camerata Brasileira  tem oito anos de estrada. Enquanto a maioria dos conjuntos de choro aposta no purismo de uma suposta “originalidade”, os porto-alegrenses da Camerata Brasileira prosseguem com a sua estética sonora inquieta, responsável por dois elogiadíssimos CDs, centenas de shows no Brasil, participação em eventos musicais no exterior e muitos prêmios, entre outros feitos. Essa proposta criativa, definida por Moysés Lopes, um de seus fundadores, como um "grupo de música instrumental com pés no Brasil e ouvidos no mundo" tem nas origens do estilo apenas a base para um trabalho desafiador, no qual os ramos e frutos são tão fundamentais quanto a raiz. Samba, jazz, baião, maracatu, improvisação, experimentalismo e até psicodelia, além de uma “bossa” quase rock, meio acústica, meio elétrica. Pixinguinha, Hermeto Paschoal, Garoto, Hamilton de Holanda, Baden-Powell, Ariel Ramirez e Felix Luna, catalisados em releituras surpreendentes para clássicos e contemporâneos mas também nas composições próprias que estão aí para confundir os rótulos e dar a cara ao tapa, mas sem fugir da briga. Os resultados são imprevisíveis e resgatam a essência do choro, que antes de tudo é um híbrido sem fronteiras. “Não há como se ignorar que música brasileira tem suas bases na integração das sonoridades de pelo menos três continentes, já que “o samba é made in Brazil, o violão vem da Europa e os tambores são africanos”, salienta Moysés Lopes. Pura provocação, com todo o respeito.
Para 2010 a Camerata Brasileira está organizando sua primeira temporada européia aproveitando que foi selecionada pelo Instituto Cultural Hispânico Brasileiro para realizar uma série de shows na Espanha. A idéia é esticar a turnê por Portugal, França e Dinamarca.


Pampas

Índios Charruas e Minuanos, vagabundos do campo, changadores e gaudérios são os antecessores do povo do pampa gaúcho. Com a colonização dos Açorianos, em 1752, a cultura de fora se rende a cultura local, já diversificada com tantas influências. Logo todos fariam parte de um único povo, o gaúcho, cuja maneira de falar chegou de forma impressionante até nossos dias, contagiando também a música, os payadores e a poesia produzida no RS. Na capital, onde a população está ligada tanto ao Brasil quanto aos Estados Livres do Prata - ficção criada para celebrar socialmente a união entre Uruguai, Argentina e sul do Brasil - ouve-se Tom Jobim, Pixinguinha, João Gilberto, Nação Zumbi, Tom Zé e Tropicália mas também ouve-se Mercedes Sosa, Astor Piazzolla, Fito Paez, Jorge Drexler, Santórsola e Jorge Velázquez. Na literatura Fernando Pessoa e Jorge Amado dividem as prateleiras das livrarias com Alfonsina Storn e Julio Cortazar. Para o gaúcho os caminhos mais lógicos não são Rio de Janeiro e São Paulo mas, sim, Buenos Aires e Montevidéu, seja pela proximidade geográfica seja pela identidade cultural.

O Instrumental RS vem para mostrar essa peculiar característica do sul do Brasil, numa viagem de sons, história, cultura, colonização e urbanidade, em sonoridades complexas e que traduzem a ausência de fronteiras culturais que forma o nosso caldo cultural.

FICHA TÉCNICA – INSTRUMENTAL RS
Produção: Liga Produção Cultural Ltda
Produção Executiva Florianópolis: Rafael Rubim
Projeto Gráfico: Noz.Art
Direção Artística: Moyses Lopes


Apoio:
Universidade Federal de Santa Catarina
Hotel Slaviero Executive

Patrocínio: Petrobrás Cultural e Lei Federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura




 
 
Ricardo Macuco(Mtb/SC 01565)
RM.Alves Comunicação - www.rmalvescom.com.br
48 9112 9810 | 3025 2573 - macuco@rmalvescom.com.br
 
 
 

 
 
 
 
 

Mulher é fonte inspiradora de mostra na Galeria JN

Ontem


Francisco Simões apresenta 34 obras de escultura, desenho e cerâmica.
O artista plástico Francisco Simões inaugurou ontem, na Galeria JN, no Porto, uma exposição individual que contempla 34 obras, entre escultura, desenho e cerâmica. Várias personalidades da cultura marcaram presença na cerimónia de abertura.
A mulher é o tema da mostra de Francisco Simões que está patente, desde ontem e até ao dia 20 de Março, na nossa galeria.
A receber os convidados esteve José Leite Pereira, director do JN, e próprio escultor Francisco Simões. O poeta Albano Martins, os pintores António Macedo, Vitor Costa, Avelino Rocha e Hélder Bandarra, o escultor Gustavo Bastos e Agostinho Gonçalves, ex-governador civil do Porto, foram algumas das personalidades presentes na inauguração.
Peças "respiram bem"
Francisco Simões assume a sua admiração e paixão, talvez até obsessão pela mulher e por isso, elegeu-a (assim tem acontecido nas suas principais fases) como fonte inspiradora da sua obra. Quer em forma de escultura, de desenho ou de cerâmica. A mulher aparece, assim, em várias dimensões em todos os espaços da galeria. Segundo confessou ao JN, o escultor está francamente "satisfeito com a montagem", acrescentando que as peças "adaptaram-se bem ao espaço, respiram bem".
Para Francisco Simões, as obras agora expostas dão sinais evidentes de conquista, "parece que acabaram de ganhar uma nova vida, um novo fôlego".
Mostrou-se ainda satisfeito pelo facto de rever alguns dos amigos do Norte, salientando que é nesta região que se encontram os seus melhores coleccionadores. "O Norte e o Porto em especial têm mostrado, ao longo dos últimos 15 anos, uma grande prova de amizade e reconhecimento por mim", sublinhou.
A opinião generalizada dos convidados também apontava nesse sentido, ou seja, a grande maioria traduziu-as como "perfeitas e fantásticas".
Indiscutivelmente um dos grandes nomes da escultura nacional, Francisco Simões é autor de inúmeras obras espalhas pelo país.

Maridos violentos controlados por GPS

Maridos violentos controlados por GPS

Ontem

França aprovou um projecto-lei que prevê o controlo de maridos violentos através de uma pulseira electrónica com GPS. Assim, a polícia consegue saber em tempo real quando os agressores tentam aproximar-se das mulheres.
Segundo a ministra francesa da Justiça, Michèle Alliot-Marie, a pulseira electrónica com GPS pode ser atribuída enquanto se aguarda a realização de julgamento na sequência de violência doméstica ou mesmo em caso de ameaças feitas contra a mulher.
O projecto-lei foi aprovado pelos deputados franceses ontem, quinta-feira, por unanimidade, e será analisado pelo senado dentro de um mês.
Esta legislação surge dez dias depois do assassinato de uma jovem de 26 anos pelo ex-companheiro, na periferia de Paris. Tanja Pozgaj já tinha pedido várias vezes a protecção da polícia, denunciado as ameaças de morte de que era alvo.
O texto contempla ainda a "violência psicológica", prevendo penas severas de até três anos de prisão e multa de 75 mil euros em casos de "actos e palavras repetidas que resultam na degradação das condições de vida da vítima e que podem afectar sua saúde física ou mental".
A ministra francesa da Família, Nadine Morano, destacou que 84 por cento das 80 mil chamadas recebidas anualmente pelos serviços de apoio a vítimas de violência doméstica se referem a humilhações e insultos constantes, "que destroem psicologicamente a mulher".

E Minha pergunta é será que tem para mulheres violentas também ?

escute online a radio sons for friends

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

NA ESTRADA

GALERA INDO PRA VACARIA BAR DO GUGO

Agradecimento

Bom eu realmente gostaria de agradecer pela ideia brilhante que alguém um dia não sei quando teve de hoje podermos estar aqui teclando e dando inicio ao trabalhos desde blog,sintam simplesmente a vontade de compartilhar suas experiencias ,fazer suas criticas e também dar elogios ,pois temos um espaço amplo e realmente ainda vasto para aproveitar de uma maneira positiva e construtiva valeu galera estamos aqui para trabalhar valeu !!!!fui !